29/10/2007



FSPACE 2 Performing Gender
at Trianon, Paris
October 31st - November 4th 2007

PARIS INTERNATIONAL LESBIAN AND FEMINIST FILM FESTIVAL

25/10/2007

"Explodir em Silêncio Nunca Chega Ser Perturbador"



de Tânia Carvalho (dança)
Dia 27 de Outubro às 22h00 Balleteatro Auditório, Praça 9 de Abril, 76|PORTO
Entrada: 8€ |Info e Reservas: 225508918

Calcei estes sapatos. São do meu tamanho. São de pedra. São bonitos.Gosto deles. Mas... Quando quis mudar de sítio... Não consegui. Puxava, puxava... São de pedra. São bonitos. Quando não me esqueço de olhar para eles sinto-me bem. Mas olhei à volta... Apeteceu-me dar um passo em qualquer direcção. Os meus pés encaixam bem nestes sapatos tão
pesados e tão bonitos. São feitos à medida deles. Mas são tão pesados, e tão fixos. E eu? Eu faço parte dos meus pés. Mas sou mais, às vezes fico num repente irrequieta, uma vontade de andar quase irresistível faz-me debater, debalde. Um balde de água fria congela o meu movimento. Os sapatos são pesados demais. Sapatos de pedra. Sítio fixo. O sítio onde quero estar? Ou o sítio onde estou presa? Quero estar aqui? Quero ir para ali? Calcei estes sapatos. São de pedra. O raspar das minhas unhas não os desfazem, são gritos inaudíveis. Para quê? São meus, são de pedra e são bonitos. Patrícia Caldeira

Coreografia e Interpretação: Tânia Carvalho Livro: Patrícia Caldeira
Desenho de Luz: Mônica Coteriano Banda Sonora: Tânia Carvalho e Diogo
Alvim Figurinos: Aleksandar Protich Sapatos de Pedra: Xana Ferreira
Produção: Bomba SuicidaResidência artística: TanzWerkstatt Berlin
Apoios:Escola de Música do Conservatório Nacional| Alkantara

"Exploding in Silence Never Becomes Disturbing" by Tânia Carvalho (Dance)
27th October22 pm - Balleteatro Auditório, Praça 9 de abril, 76|PORTO
Tickets: 8€ |Info: 225508918

This play is based in the written work of Patrícia Caldeira. Not as an illustrative play but with movements and situations that derive from it. Not following a narrative line, simply expressing the sensations that remain in the body after and during the reading process.
The stories created by the writer were developing during the creationprocess; therefore, there will be always a direct contact between writer and choreographer. A joint venture in which each of them will have a separate role. The title, "EXPLODING IN SILENCE NEVER
BECOMES DISTURBING", was suggested by the choreographer as the main theme to
befollowed by both, as this is an usual subject in both their work.
Their creative affinity is the reason why they want to create this play and
develop themselves as creators. Choreographer's insight: as in different plays, and as she wishes todevelop it in the present proposal: A great research of movements
that create both anxiety and contemplation. A movement filled with musicality, with non constant rithym but accentuated pace, a visible rithym, strange but clear. A body that
slides and get stuck.

Choreography and interpretation: Tânia CarvalhoBook: Patrícia Caldeira Ligth Design: Mônica Coteriano Soundtrack:Tânia Carvalho e Diogo Alvim Custum design: Aleksandar ProtichStone Shoes: Xana Ferreira Production: Bomba Suicida Co-production: Theatro Circo Artistic residency: TanzWerkstatt Berlin

24/10/2007

MUSAS

Local: Forum Cultural de Ermesinde

Período de permanência: 21 de Setembro a 9 de Dezembro

Curadoria: Paulo Reis

Artistas: Ana Vidigal, Antía Moure, Catarina Campino, Courtney Smith, Cristina Ataíde, Eliane Duarte, Lenora de Barros, Karin Lambrecht e Sandra Cinto.


"Após a vitória dos deuses do Olimpo sobre os Titãs - os seis filhos de Urano -, foi solicitado a Zeus que se criassem divindades capazes de cantar a vitória e perpetuar a glória dos Olímpicos. Zeus então compartilhou durante nove noites o leito de Mnemósine, a deusa da memória, que, um ano mais tarde, daria à luz nove filhas – nove musas. Nascidas próximo ao monte Olimpo, as Musas passavam o seu tempo deleitando as divindades do Panteão, cantando o presente, o passado e o futuro, acompanhadas pela lira de Apolo. As Musas representam, sobretudo, a memória – lugar da experiência vivida.


É precisamente sobre a memória que versa a exposição Musas. Esta não é nada mais que um exercício curatorial de tornar evidentes algumas obras que lidam com o tema de forma tão veemente. As obras escolhidas lidam com reflexões universais da existência humana, desde a abordagem ao ciclo vital (como o nascimento, a existência e a morte), a questões morais, ecológicas, sociais, femininas. Na medida em que cada artista transporta para as suas obras as suas próprias questões existenciais, estas exalam uma forte conotação pessoal, são pertencentes à colectividade."

ler o resto do texto do comissário aqui

22/10/2007

Jukebody, de Cristiana Rocha



Dança Fora de Horas

26 de Outubro 2007

Ciclo de Dança e Novas Tecnologias

Teatro Aveirense

Rua Belém do Pará, Aveiro

23h30

Jukebody desenvolveu-se em 2004. É um projecto que se constrói a si próprio em cada apresentação, adquirindo configurações diversas de acordo com cada contexto de produção. A matéria do corpo em diálogo com um dispositivo cenográfico e tecnológico mais ou menos variável é a base a partir da qual se vai percorrendo um mapa desmontável, com múltiplas entradas e saídas para um mesmo lugar.

21/10/2007




MIGUEL BONNEVILLE #2

Miguel Bonneville #2
performance by Miguel Bonneville
performance de Miguel Bonneville

Supermarket of Art
(im)mortal love international biennial

Warsaw, Poland
Górskiego Street 9 & LETO Gallery, Hoża Street 9c
23rd of October


1 large carpet, 1 pair of scissors, many sticky tape rolls, 1 pair of All Star, 1 pair of leggings, 1 t-shirt, 1 plastic bag, 1 radio, 1 blonde wig

Conception and Performance - Miguel Bonneville

IF I CAN'T DANCE, I DON'T WANT TO BE PART OF YOUR REVOLUTION



EDITION II: "FEMINIST LEGACIES AND POTENTIALS IN CONTEMPORARY ART PRACTICE"

If I Can't Dance, I Don't Want To Be Part Of Your Revolution is a rolling platform for performative practices in visual art. It's current, second edition entitled "Feminist Legacies and Potentials in Contemporary Art Practice" focuses on positions within contemporary art that are informed and inspired by the act and thinking emanating from femimism. So far three episodes have taken place; this fall the fourth and final part will be presented, developed in collaboration with the MuHKA and MuHKA_media in Antwerp, Huis en Festival a/d Werf in Utrecht and de Appel arts centre in Amsterdam. The programme includes an exhibition, a symposium, a performance programme, and a film programme. See for detailed information on the programme: www.ificantdance.org.

Exhibition
MuHKA, Museum of Contemporary Art, Antwerp
28 November 2007 - 6 January 2008
Opening
Saturday 27 November 17:00 - 21:00
With Heather Allen, Monica Bonvicini, Lili Dujourie, Jef Geys, Unni Gjertsen, Karl Holmqvist, Sanja Ivekovic, Jutta Koether, Sarah Pierce, Falke Pisano, Erik van Lieshout, Frances Stark, Hito Steyerl, Anne-Mie Van Kerckhoven, Cathy Wilkes, Haegue Yang and Katarina Zdjelar

A bus will drive from Amsterdam to Antwerp vv. Amsterdam: departure 15.00 Damrak. Antwerp: departure 22.00 MuHKA. 10 Euro.
Reservations: maaike@ificantdance.org

Symposium
de Balie, Amsterdam
Sunday 28 November 11.30-18.30
With Rosi Braidotti, Ruth Noack, Hito Steyerl, Diana McCarty, Unni Gjertsen, Katarina Zdjelar, Mounira Al Solh, Stefanie Seibold and Christine Lemke

A bus will drive from Antwerp to Amsterdam vv. Antwerp: departure 09.00 MuHKA. Amsterdam: departure 19.30 de Balie. 10 Euro.
Reservations: ontvangt@muhka.be
The symposium is organized by the MuHKA, de Appel and Huis en Festival a/d Werf.

Performance programme
Huis en Festival a/d Werf, Utrecht
Friday 2 and Saturday 3 November 19.00-24.00
With Kevin Blechdom, Elle Bandita, Karl Holmqvist, Ivana Müller and Katarina Zdjelar
Video works by Julika Rudelius, Yael Bartana and Andrea Fraser

Film programme
MuHKA_media, Antwerp
Saturday 15 and Sunday 16 November
With films by Chantal Akerman, Lizzie Borden, Annik Leroy, Trinh T. Minh-ha, Laura Mulvey & Peter Wollen, Ria Pacquée, Hito Steyerl, Elisabeth Subrin, Joëlle Tuerlinckx, Leslie Thornton, Ann-Mie Van Kerckhoven and Agnes Verda

Edition II: "FEMINIST LEGACIES AND POTENTIALS IN CONTEMPORARY ART PRACTICE" is financially supported by the British Council, the Cultuurfonds BNG, the Mondriaan Foundation, the Netherlands Foundation for Visual Arts, Design and Architecture, the Office for Contemporary Art Norway, and the Prince Bernhard Culture Fund. Special thanks to de Balie.

www.muhka.be
www.huisaandewerf.nl
www.deappel.nl
www.debalie.nl
www.ooooo.be/ificantdance

17/10/2007

A artista Portuguesa Marta de Menezes inaugura no dia 18 de Outubro uma exposição no Museu Ibero-Americano de Arte Contemporanea, em Badajoz, onde expõe um auto-retrato que consiste numa proteína agora criada, cuja sequência de amino-ácidos corresponde ao nome completo da artista – a proteína mArta.

Marta de Menezes é conhecida por ter criado nos últimos anos obras de arte em que recorre a ciência e tecnologia biológicas. Essas obras, que têm sido expostas em diversos países, incluem por exemplo borboletas vivas cujos padrões das asas foram modificados pela artista ("Nature?", 1999); esculturas vivas utilizando neurónios como matéria prima ("Tree of Knowledge", 2004); ou quadros que contêm bactérias que progressivamente vão degradando as suas cores ("Decon", 2007).

Esta sua última obra – "Retrato Proteico" – produzida no departamento de biologia estrutural da Universidade de Oxford, consiste numa nova molécula até agora inexistente na Natureza. As proteínas são constituídas por sequências de aminoácidos. É a sequência de aminoácidos das proteínas grande parte da informação codificada no genoma. Existem apenas 20 aminoácidos diferentes, habitualmente representados por 20 diferentes letras. Foi assim possível desenhar uma nova proteína cuja sequência de aminoácidos corresponde ao nome completo da artista:


MARTAISAVELSWVRALRIVEIRWDEMENESESDASILVAGRACA


Esta exposição é comissariada por Inês Moreira para o Museu Ibero-Americano de Arte Contemporanea, em Badajoz.


Website: www.martademenezes.com

Website do museu: www.meiac.org